
A Matucana madisoniorum é um cacto nativo do Peru. Normalmente, é um cacto globular com poucos espinhos, e algumas pessoas podem confundi-lo com a lophophora pelo seu formato quando jovem. Com o passar do tempo de cultivo, alguns exemplares da madisoniorum se transformam e vão tomando uma forma mais elevada, quase podendo ser chamados de colunares. Já outros exemplares mantêm para sempre a forma globular, apenas aumentando de tamanho.

Além de ser confundida com uma lophophora, algumas também podem ser confundidas com o atual cultivar de Astrophytum kikko, que apresenta várias formações. Mas, com uma boa observação, você consegue diferenciar e, em último caso, espere a floração, pois aí sim não terá mais dúvidas, porque a floração da madisoniorum é muito diferente das anteriores.
Quanto à coloração do vegetal, ela pode ser verde, normalmente em um tom bem forte e característico. Pode também se apresentar na forma variegata, onde se destaca uma coloração amarela bem marcada — ou não — nesse vegetal verde. Além disso, pode ser totalmente amarela, sendo completamente desprovida de clorofila e, nesse caso, cultivada necessariamente enxertada no cavalo. Já os outros exemplares podem ser cultivados em raiz própria ou enxertados.
A floração da madisoniorum é relativamente abundante e se destaca no vegetal, tendo um tamanho considerável, formato tubular e coloração avermelhada. Alguns exemplares apresentam floração branca, sendo essa mais rara.
Algo que varia muito entre os exemplares é a quantidade de espinhos, havendo algumas plantas totalmente sem espinhos, outras com apenas alguns espinhos longos e ainda outras com espinhos por todo o vegetal.
Esse cacto precisa de muito sol, substrato drenável e não pode ficar encharcado, como todo cacto. A reprodução é feita por sementes ou pela retirada dos brotos, que normalmente surgem na base do vegetal.
A Matucana polzii se assemelha à madisoniorum, porém possui bem mais espinhos, que são mais juntos e macios. Ela também apresenta flores tubulares um pouco mais fechadas, mas muito exuberantes e em tom avermelhado. Essa espécie costuma formar colônias com muito mais facilidade, onde os brotos podem ser retirados ou não, preenchendo o vaso rapidamente.
Ela muitas vezes é cultivada enxertada, onde seu crescimento se torna bem mais rápido, mas também vive em raiz própria. Os demais cuidados são iguais aos da outra Matucana.

Você já tem a sua matucana??







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